Gente, aqui no Brasil isso também acontece, mas nesta Maratona de Londres, realizada recentemente, o que teve de cidadão - provavelmente inglês - fantasiado de forma estranha foi algo inacreditável. Eu não sei o que leva tantas pessoas correrem milhas e milhas em trajes tão ridículos. Num levantamento junto ao site Uncoached consegui fazer uma pequena seleção das "ridicularidades". Confira fantasias que se poderia encontrar neste ano na Maratona de Londres.
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sexta-feira, junho 04, 2010
Foi beber e estava apressadinho....
O que você vai ver neste vídeo aconteceu nos EUA, numa das praças de pedágio do Aeroporto de Dallas.
O vídeo foi capturado ante-ontem de manhã no Dallas-Fort Worth International Airport. Teve lugar na praça de pedágio, que serviu de rampa de lançamento para um motorista bêbado tentando sair do aeroporto com pressa. O nome do motorista é Yasmine Villasana, que conseguiu escapar com apenas ferimentos leves.
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As 10 casas mais caras do mundo...e que estão à venda!
Provavelmente, todos já sonharam em viver em uma das maiores mansões do mundo, com todo o luxo que se pode imaginar. Pessoas que pensam assim realmente existem e nós fizemos um top 10 das casas mais caras do planeta. Dê uma olhada e veja se o que você está economizando vai dar para comprar uma delas.
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O fim de um casamento
Mirtes não se aguentou e contou para a Lurdes:
- Viram teu marido entrando num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estatua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretissimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- O Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou por que.
- Mas que historia é essa, Lurdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. Discretissimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio.
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
- O que?
- Você foi vista saindo do motel Discretissimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
- E então?
- Desculpe, Lurdes, mas...
- O que?
- Vou ter que te dar um tiro....
- Viram teu marido entrando num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estatua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes.
- Quando? Onde? Com quem?
- Ontem. No Discretissimu's.
- Com quem? Com quem?
- Isso eu não sei.
- Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
- Não sei, Lu.
- O Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou por que.
- Mas que historia é essa, Lurdes? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!
- Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. Discretissimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
- Pois então?
- Pois então que eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
- Mas elas não sabem disso!
- Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
- Vou!
Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio.
- Acabo de receber um telefonema - disse. - Era o Dico.
- O que ele queria?
- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
- O que?
- Você foi vista saindo do motel Discretissimu's ontem, com um homem.
- O homem era você!
- Eu sei, mas eu não fui identificado.
- Você não disse que era você?
- O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
- E então?
- Desculpe, Lurdes, mas...
- O que?
- Vou ter que te dar um tiro....
Li no Beisterol
E emoção na volta dos guerreiros...
Olha, concordo com o Budah do Uhull SA, quando afirma que alguns até podem não gostar da atitude do exército americano, nem mesmo da guerra, mas que é emocionante é, ver a reação das pessoas e dos animais também, quando os guerreiros voltam prá casa. Ele viu essa compilação de vídeos de militares americanos retornando a seus lares no Attuworld e trouxe para o seu blog. Eu vi no Uhull e trago a vocês. Vale a pena ver a expressão de espanto, emoção e alegria que toma conta de todos.
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Crônicas com Eliane Volpato
Viver: deliciosamente perigoso!
Muito se fala sobre a vida... Muito se sacrifica para viver em toda plenitude. Muito lutamos para chegar aonde queremos... Muito fazemos para obter o que nem é tão necessário assim.... Muito do essencial foge de nosso controle e muito somos controlados.
A vida ? Uma roda viva! A vida como um carrossel...que se circula muito rápido, nos deixa enjoados, alucinados, estressados. Se vai devagar, queremos a pressa, que sabemos de letra é inimiga da perfeição! Então tenho ou não razão quando afirmo que é mais perigoso viver que morrer?
Se antes falei tão bem da morte, da paz infinita, agora venho com esta da Vida!
_ Maluca está ela, devem estar dizendo aos seus botões...
Acontece que terminei de ver um filme agora: “14 Horas”, seu título. Relata a história real de toda população de uma cidade nos Estados Unidos, que é duramente atingida por um ciclone, muita chuva e muito desespero, nas 14 horas de um tempo de relógio, todavia infinitamente longo, para quem está ali, no meio, nas entranhas, de um monstro, que não dá saída a primeira vista.
Tudo se passa num dos maiores e mais bem equipados hospitais daquela cidade, ali onde já é comum à desesperança. Imaginem o caos... sem água, sem luz, ser humano entre a vida e a morte, nenês em estado prematuro e mãos que com uma lucidez de dar inveja boa (essa da inveja boa...muito boa...inveja nunca é boa, então mudo para admiração), no meio da desordem, conseguem ser afetuosas e precisas, pois são certamente dirigidas pelo coração e pela fé que daremos o nome de vontade de salvar...
Fiquei tão tocada, que me desfiz em lágrimas. Aproveitei e chorei pela vida de todos e pela minha também. Afinal não sou egoísta!
Desse modo, foi que resolvi falar um pouco mais sobre a vontade de estarmos aqui, apegados a ela, a vida, por mais tempo...muito mais tempo do que o tempo, que nos parece estar determinado.
Naqueles momentos em que minha alma foi levada com o drama dos outros, foi que tive mais uma vez, a percepção de que este presente, doado por Deus através de nossos pais, vale a pena ser falado e refletido. Que se a morte traz a leveza, a vida igualmente pode ser leve, apesar das tantas intempéries, das surpresas batendo a nossa porta, sejam boas ou ruins.
Tudo depende de como encaramos “a tal da cosa”, como falava minha avó, grande mulher e guerreira como todas as mulheres.
Aliás, neste filme, o sexo feminino é que comandava e oferecia as soluções, sem querer ofender o clã masculino.
Mas continuando, depois da tempestade vem sempre a bonança ou o tempo de calmaria... Exatamente o que aconteceu naquelas 14 horas do filme. Ficaram marcas... que o tempo, só ele nos faz esquecer.
Todavia, só não podemos deslembrar, nesta vida, são as lições ofertadas, que sempre chegam em forma de dor. Pois na alegria a gente esquece...
A dor passa, tudo passa... Só fica a alma, que é a razão da vida. E alma leve, está com tudo...
Então cuidar dela é o grande barato. Deixe que ela se solte como fosse pássaro que beija flor, que respira perfume de flor, que bebe da flor e se abastece de energia, sabendo exatamente, onde busca as estações do ano e da sua história...
Assim, faça um tapete das folhas caídas do Outono...
Brinque de bem querer com as flores da Primavera...
Agasalhe seu corpo junto de seus amores, bebendo do cálice, o vinho brando e licoroso, no Inverno...
Permita que o sol acaricie sua pele e mergulhe seu corpo nas ondas azuis do mar, em uma praia, num rio, numa cachoeira... num Verão qualquer.
Mas, se é o Outono que se apresenta por longo tempo entre as árvores desnudas da desesperança, jogue seu tapete de folhas até ao Infinito. Empreste-o para o mundo que também necessita dele para abafar o murmúrio das tempestades.
Não deixe para depois... o viajar pelas cruzes douradas das estrelas no céu...com seu tapete de folhas outonais...
Transforme-o em Cobertor de Estrelas para viver a sua Vida com muitos brilhos e tons...
Assim, será sempre uma leveza leve de alma e corpo, esta existência.
Cada vez mais, apesar dos riscos e dos perigos que nos fazem frágeis...constataremos que é “Maravilha Viver”, mesmo que nem todos sejam iguais, pois a diferença é que faz a diferença!
Viva a Vida!
Não deixe para depois, nada que signifique morrer, enquanto isso não acontece...
Eliane Volpato - 28/03/2010
Obs. Eliane Volpato é pedagoga, escritora e poetisa da cidade de Tubarão, Sul de Santa Catarina.
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