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sexta-feira, junho 11, 2010
Vende-se tudo - Martha Medeiros
Minha amiga gaúcha Sandra Vieira mandou por email este texto de Marta Medeiros. Serve para reflexão de cada um de nós:
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento.
Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes.
O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava para subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida...
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.
... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento.
Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes.
O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava para subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida...
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.
... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.
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Tabela virtual da Copa do Mundo. Muito interessante!
O jornal espanhol MARCA botou na Internet uma tabela da Copa do Mundo bastante interessante. Você pode abrir o endereço abaixo e salvar em seus favoritos. Toda a vez que você quiser saber informações da Copa entra na tabela e ela já estará atualizada pelo próprio site. Para navegar na tabela é só passar o cursor sobre as partes laterais (ARQUIBANCADA) e a informação aparece no centro (GRAMADO). Se você abrir uma janela que está à esquerda, mais na parte de cima, onde está escrito ENCAJAR EN PANTALLA você verá em tela cheia. Bacana, muito bacana. Só um detalhe: a tabela está com o horário oficial dos jogos na ÁFRICA. Ou seja: nos estamos sempre 5 horas na frente. A colaboração é do Hudson Cardoso.
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Se você vai ver a Copa na África... cuidado com o que te espera !
Ahahahahahahahahahahahahahah...
Meu amigo Hudson Cardoso é muito bandido. Me mandou um email com essas fotos e justificou que não vai para a África do Sul porque não gosta de futebol.... hum... mentiroso! Torcedor fanático do Flamengo!
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O Brasil virou "Piada" na televisão de Israel...
Veja o vídeo que rola na Internet há alguns dias e mostra que o Brasil já não está tão "respeitado" assim lá fora, principalmente no Oriente Médio, onde parece ter se metido num problema que não era seu. Aliás, nisso o atual governo brasileiro tem sido "mestre". Nos verdadeiros problemas, como a repressão sanguinária que continua por parte do regime totalitário de Cuba, faz vistas grossas. Ai não se mete... ai não busca uma conciliação... ai não tenta acabar com o problema. Alguém até pode me perguntar: mas o Brasil tem haver com o problema de Cuba? Penso que tem, afinal somos um país que se fez democrata depois de uma luta incansável contra o regime totalitário dos militares, e o PT estava lá, defendendo as liberdades individuais e conquistou espaço exatamente porque agiu assim. Infelizmente, a meu modo dever, um governo que hoje defende regimes totalitários como o de Cuba, Venezuela e Irã, perde o discurso e nos coloca numa posição de desconfiança. Nem pelo vídeo abaixo mesmo porque Israel também - no que tange as ações governamentais - não é flor que se cheire, mas muito mais pelo que nós próprios estamos vivendo. Não gosto desta "moral de cuecas". Diga com quem andas e eu saberei quem tu és!
Sugestões mais adequadas de frases nos ônibus de todas as seleções:
África do Sul: Futebol aqui é preto no branco.
Alemanha: A caneca é nossa!
Argélia: Sem essa de nadar, nadar, nadar e morrer nas dunas.
Argentina: Gracias, Dunga.
Austrália: Tirando onda dos adversários.
Brasil: Um ônibus, 10 volantes.
Camarões: Um time meio sem cabeça, mas cheio de pernas.
Chile: Um país inteiro tremendo de esperança.
Coreia do Norte: Vamos bombar nesse mundial!
Coreia do Sul: Vamos nos matar em campo. Mas se o jogo for contra a Coreia do Norte, matamos eles.
Costa do Marfim: Vamos, Elefantes! E ai de quem trombar com a gente.
Dinamarca: Ficaremos com os louros da vitória.
Eslováquia: Perdemos a Tcheca, mas não perdemos a honra.
Eslovênia: Pela milésima vez, não temos nada a ver com a Eslováquia.
Espanha: Não vamos fazer feio: convocaremos a Penélope Cruz.
Estados Unidos: Ê ô, ê ô, o Osama é um terror.
França: Desodorantes podem estar vencidos, o time nunca.
Gana: Gatos em pele de leões.
Grécia: Chuto, logo existo.
Holanda: Ônibus ecológico: fumaça só do lado de dentro.
Honduras: Em busca de um sonho. Ou pelo menos de um presidente.
Inglaterra: Chá com a gente.
Itália: A Copa do Mundo é massa.
Japão: A gente caberia numa van, né?
México: Se buscamos nosso lugar ao sol, porque temos que usar esses malditos sombreros?
Nigéria: Vamos tirar a barriga da miséria.
Nova Zelândia: Mas que diabos da tazmânia estamos fazendo aqui?
Paraguai: Copa do Mundo por apenas R$ 1,99.
Portugal: Seremos campeões em plena Ásia!
Sérvia: Vai dar Zebracovic.
Suíça: Vamos dar um chocolate neles.
Uruguai: Gaúcho é a mãe, tchê.
Alemanha: A caneca é nossa!
Argélia: Sem essa de nadar, nadar, nadar e morrer nas dunas.
Argentina: Gracias, Dunga.
Austrália: Tirando onda dos adversários.
Brasil: Um ônibus, 10 volantes.
Camarões: Um time meio sem cabeça, mas cheio de pernas.
Chile: Um país inteiro tremendo de esperança.
Coreia do Norte: Vamos bombar nesse mundial!
Coreia do Sul: Vamos nos matar em campo. Mas se o jogo for contra a Coreia do Norte, matamos eles.
Costa do Marfim: Vamos, Elefantes! E ai de quem trombar com a gente.
Dinamarca: Ficaremos com os louros da vitória.
Eslováquia: Perdemos a Tcheca, mas não perdemos a honra.
Eslovênia: Pela milésima vez, não temos nada a ver com a Eslováquia.
Espanha: Não vamos fazer feio: convocaremos a Penélope Cruz.
Estados Unidos: Ê ô, ê ô, o Osama é um terror.
França: Desodorantes podem estar vencidos, o time nunca.
Gana: Gatos em pele de leões.
Grécia: Chuto, logo existo.
Holanda: Ônibus ecológico: fumaça só do lado de dentro.
Honduras: Em busca de um sonho. Ou pelo menos de um presidente.
Inglaterra: Chá com a gente.
Itália: A Copa do Mundo é massa.
Japão: A gente caberia numa van, né?
México: Se buscamos nosso lugar ao sol, porque temos que usar esses malditos sombreros?
Nigéria: Vamos tirar a barriga da miséria.
Nova Zelândia: Mas que diabos da tazmânia estamos fazendo aqui?
Paraguai: Copa do Mundo por apenas R$ 1,99.
Portugal: Seremos campeões em plena Ásia!
Sérvia: Vai dar Zebracovic.
Suíça: Vamos dar um chocolate neles.
Uruguai: Gaúcho é a mãe, tchê.
Que azar, meu!
Não falo alemão e nem entendo nada... mas nada mesmo! É a propaganda de alguma coisa, possivelmente seguro. De qualquer forma o filme, que é intuitivo, faz o seu papel. Dá para ver que o cara foi azarado mesmo....
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Se a gente não tivesse vendo, pensaria que era um estupro...
Tatuagem, doi? não... não doi.. e tudo brincadeirinha....
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Mais uma da série: "porque as crianças precisam das mães!"
E é de se perguntar: fazer o quê diante de uma situação como essa?
Calma, respire fundo...reflita, lembre, você também foi criança. Ah! confessa: dá raiva mas ao mesmo tempo dá vontade rir, não. Olha que gracinhas.....
Calma, respire fundo...reflita, lembre, você também foi criança. Ah! confessa: dá raiva mas ao mesmo tempo dá vontade rir, não. Olha que gracinhas.....
Pelado NO!
Maradona prometeu que vai desfilar pelado pelas ruas de Buenos Aires se a Argentina for campeã. Para evitar que os nossos hermanos tenham que expor seus olhos a este sacrilégio, os brasileiros já criaram no Twitter a campanha Pelado NO! Faça que nem o site Uhull.com.br que está encabeçando a campanha. Se você tem Twitter ENTRE AI e participe. Afinal, não queremos que nossos vizinhos passem por essa vergonha.
Olha o novo modelo da Suzuki...
Ser pobre é bom porque o sujeito à vezes transforma a vida numa brincadeira....e quem pode falar mal disso?
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