O Brasil é um país que pela sua característica geográfica é composto de milhares de comunidades pesqueiras com seus corajosos e valorosos pescadores, mas aqui no litoral de Santa Catarina, nas águas frias do inverno, (ONDE EU MORO COM MUITO ORGULHO) existe um grupo especial que são os chamados "pescadores artesanais". Descendentes de portugueses eles mantém viva até hoje a cultura açoriana com a pesca do "lanço" ou "arrastão", quando uma rede lançada ao mar por uma canoa a remo é puxada a terra pela comunidade, ou com a pesca embarcada, quando saem com as traineiras, baleeiras, botes ou chalupas, para cercar o peixe em alto mar. E o sacrifício maior é porque as melhores safras (tainha e anchova) acontecem exatamente entre maio e agosto, os meses mais frios do ano no hemisfério sul e quando os mar, geralmente, se mostra mais bravio. Pois bem! Este post é uma pequena homenagem a estes pescadores corajosos. Para tanto recebo a colaboração de um destes pescadores, o jovem Jailson Olipia, o "Rasga", como é conhecido aqui na minha querida Itapirubá. Jailson, apesar de estar investindo também como empresário no ramo de surfe, é um destes pescadores que sai mar afora nas madrugadas e manhãs frias para buscar o peixe que nós comemos com prazer, muitas vezes sem termos a mínima idéia do trabalho e dos riscos que o pescador corre para colocá-los em nossa mesa. Vamos a uma série de fotos do seu arquivo:
Ponto de partida. Em primeiro plano a ilhas das Araras. Lá ao fundo
a ponta de Itapirubá, deonde saem as lanchas de pesca.
a ponta de Itapirubá, deonde saem as lanchas de pesca.









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