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sábado, novembro 20, 2010

Tinha uma pedra...

Na sala de aula, com seus alunos, o professor estava analisando aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:

"No meio do caminho tinha uma pedra.
Tinha uma pedra no meio do caminho.
E eu nunca me esquecerei 
Que no meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho."

Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor perguntou:
- Joãozinho, qual a característica da personalidade de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema? 
- Professor, das duas uma: ou ele era traficante ou era usuário!!! 

A diferença entre homens e mulheres !


APELIDOS
- Se Adriana, Silvana, Débora e Luciana vão almoçar juntas, elas chamarão umas às outras de Dri, Sil, Dé e Lu.
- Se Leandro, Carlos, Roberto e João saem juntos, eles afetuosamente se referirão uns aos outros como Gordo, Cabeção, Rato e Negão.

COMENDO FORA
- Quando a conta chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$ 20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$ 32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco – logo o troco será convertido em saideiras.
- Quando as garotas recebem sua conta, aparecem as calculadoras de bolso e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.

Crônicas com Eliane Volpato

                                        Disciplina, Amor 
Hoje vou tecer mais uma lembrança em meu Cobertor de Estrelas. Uma estrelinha, de nome amor, que no momento atual, está ficando mesmo nas lembranças de cada um de nós, quase que sem o esplendor de antigamente, se transformando, em mera idéia a cada dia que passa, sendo esquecida no fundo do baú do nosso coração. Algo que está se tornando descrença e pavor.
O medo de falar da dor, o medo de amar, o medo de sofrer decepções e do inesperado, coisa que mais acontece conosco. O inesperado é hospede freqüente do nosso feijão-com-arroz. 
Claro que esta atitude não vem à toa, nem sem causa específica. Todos vivemos esta falta de afeto e de encontros, pois é bem mais fácil ignorar o que vemos ou sentir o que gostaríamos de sentir, pelo pânico que vamos adquirindo de nos machucar com as coisas arriscadas e desconhecidas. 
Neste meu tecer lembro de um famoso e sábio professor, que lecionava na Universidade de Southem- Califórnia-USA. Felice Leonardo Buscaglia, um escritor e igualmente professor desta universidade, ítalo americano, já dizia que os riscos precisam ser corridos, porque o maior risco na vida é não arriscar em nada. Somente quem arrisca é verdadeiramente livre. 

Hoje é sábado, amanhã é domingo... aquele churrasquinho !


Encontrei no Facebook da amiga portuguesa Mila Costa


Romantismo à flor da pele!

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