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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

"O Ultimo dos Leões"

Estréia hoje nos cinemas de todo o Mundo aquele que promete ser um dos mais emocionantes filmes sobre a natureza selvagem dos animais africanos. "O Último dos Leões" é um filme patrocinado pela National Geographic e foi todo produzido no Delta do Okavango, em Botswana. São as filmagens verdadeiras de uma leoa solitária e seus três filhotes lutando sozinhos para sobreviver, superando toda sorte de perigo, desde os incêndios que assolam o Delta, o ciúme das leoas irmãs e os machos saqueadores que matam seu companheiro. O filme foi todo produzido pelos cineastas Beverly e Dereck Joubert numa inacreditável história real de sobrevivência que você talvez nunca tenha assistido em sua vida. Ai abaixo está o trailler. Em inglês, mas facilmente compreendido pela impressionantes imagens e pela narração emocionante de Jeremy Irons. 


"Foto do Dia" da NATIONAL GEOGRAPHIC


Anêmona Verde, Ilha de Vancouver
Fotografia e legendas por Jens Troeger
"Um mergulho no extremo norte da Ilha de Vancouver, na Columbia Britânica, é uma das experiências mais espetaculares do Noroeste do Pacífico. A diversidade e abundância da vida é surpreendente. No final de um mergulho, ascendente em condições de superfície áspera e irregular, eu dei esse tiro de sorte de uma anêmona verde, quando uma onda passou sobre ela" 

Você sabia?

Que a caneta esferográfica foi criada quase por acaso? 
O conceito de uma caneta esferográfica remonta à patente registrada por John J. Loud em 30 de Outubro de 1888. Tratava-se de um produto destinado a marcar couros e não foi explorado comercialmente. Posteriormente, o jornalista húngaro László Bíró inventou a primeira caneta esferográfica, na década de 1930. Ele havia percebido que o tipo de tinta utilizada na impressão de jornais secava rapidamente, deixando o papel seco e livre de borrões. Imaginou então criar uma caneta utilizando o mesmo tipo de tinta.
Entretanto, a tinta, espessa, não fluia de maneira regular e ele teve de projetar um novo tipo de ponta para a sua caneta. Conseguiu-o através da montagem de uma pequena esfera nessa ponta. A inovação era prática: enquanto a caneta corria pelo documento, a esfera girava no interior do bico, coletando a tinta do cartucho e depositando-a sobre o papel; complementamente, vedava o reservatório, impedido que a tinta secasse (provocando entupimento da caneta) ou vazasse. Laszlo Biro e seu irmão Georg (um químico), entraram com um pedido de patente da sua caneta esferográfica em seu país natal, a Hungria, na França e na Suíça em 1938. Foi neste mesmo ano, 1938, que Laszlo encontrou-se na Iugoslávia com um argentino que ficou impressionado com a invenção e  convidou-o a radicar-se no seu país. Esse homem, até então estranho, trata-se de Agustín Pedro Justo, Presidente da Argentina.

Imagem do dia da WIKIMEDIA


Alpes Julianos em vista a partir da cidade de Kranjska Gora, Eslovênia.
Veja essa foto em altissima resolução CLICANDO AQUI

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