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sábado, junho 18, 2011
A extraordinária trilha sonora de um filme genial
Este post não é especificamente a trilha sonora de um filme, mas sim a história de como ela foi montada. A história de uma trilha considerada uma das mais impactantes do cinema moderno. O filme é adorável, fantástico, mas para muitos não seria tão marcante não fosse a trilha sonora. É que ela mais parece conduzir o filme do que ser conduzida por ele, e ao assistir este vídeo vocês terão um pouco desta realidade. Estamos falando da trilha sonora de "Memórias de uma Gueixa", produzida pelo maestro John Willians atendendo um pedido que ele próprio fez ao diretor Rob Marshall. Por incrível que pareça, apesar de ter concorrido, essa trilha não ganhou o Oscar de 2006, o que para muitos foi uma das maiores mancadas da academia. Este vídeo é um documentário de como tudo foi montado entre Marshall, Willians, e os extraordinários Yo Yo Ma (Violoncelo) e Itzhak Perlman(Violino). Está em inglês com legendas em espanhol, mas de fácil entendimento. Espero que gostem!
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A foto da semana
Ahhh...como é lindo o amor! Na noite da última quarta feira, enquanto o "pau comia solto" entre policiais e torcedores descontentes com a derrota do seu time de hóquei, na saída de um ginásio em Vancouver, no Canadá, os fotógrafos se depararam com a seguinte cena:
Já na madrugada de quinta-feira essas fotos rodavam o mundo. Às 10 da manhã, um jornal canadense publicou no Twitter: "Você conhece este casal?". Não demorou muito para descobrir a história e a identidade dos dois: Alex Thomas, uma jovem canadense, e Scott Jones, australiano. Segundo o jornal canadense Huff Post, no meio da confusão, Alex teria caído no chão após ter sido empurrada por um policial. O pai de Scott, Brett Jones, disse ao jornal que o garoto deu um beijo nela para dizer que "tudo iria ficar bem", e o fotógrafo pegou o exato momento. Os dois, ainda segundo o jornal, estão perplexos com a fama instantânea, e recebem telefonemas de jornais do mundo todo. Scott está no país como intercambista e deve voltar nos próximos dias para Austrália, quando termina seu visto.
Fonte: DC
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Fotos de viagem que disputam a Natgeo 2011
Foto e legenda de François Venter
"Estas duas senhoras idosas nadam todas as manhãs ao nascer do sol. Eu estava na praia calorosamente embrulhado em uma jaqueta, quando me deparei com a natação e resolvi registrar. Não tenho certeza se estavam ali para obter os supostos efeitos curativos da água fria ou apenas para assistir o nascer do sol surreal. Não importa a razão, bastava estar lá ao amanhecer."
(Clique para ampliar)
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Amundsen: Uma história de conquistas!
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| Amundsen em uma de suas jornadas |
Hoje faz exatos 83 anos que desapareceu o homem que teria sido o primeiro a chegar nos dois pólos da terra. Roald Engelbregt Gravning Amundsen, nascido em 16 de julho de 1872 em Borge, Noruega, e dado como morto em 18 de junho de 1928, perto da Ilha do urso, no Ártico, foi, sem dúvida, o maior explorador das regiões polares da história da humanidade. Atravessou a passagem Noroeste que liga os oceanos Atlântico ao Pacífico, na região norte do Canadá em 1905. Liderou a primeira expedição a atingir o Polo Sul em 1911-1912 utilizando trenós puxado por cães. Foi o primeiro explorador a sobrevoar o Polo Norte no dirigível Norge em 1926. Ele foi a primeira pessoa a chegar a ambos os Polos Norte e Sul, e existem controvérsias quanto a conquista do Polo Norte por Frederick Cook e depois Robert Peary. Pesquisas e estudos recentes apontam Roald Amundsen e o seu companheiro de explorações Oscar Wisting, como os primeiros a alcançar os dois polos da terra.
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| No Pólo Sul, demarcando a conquista |
Amundsen nasceu em uma família de proprietários de navio e capitães. Inspirado na leitura das aventuras do explorador inglês John Franklin (1786-1847), que provou a existência da Passagem Noroeste ele se decidiu por uma vida de exploração ao desconhecido. Com 16 anos Amundsen estudava as regiões polares, tendo como referência a travessia da Groenlândia por Fridtjof Nansen. Nascido no município de Borge, localizado entre as cidades de Fredrikstad e Sarpsborg, próximo da capital da Noruega, Oslo, foi o quarto filho do capitão da Marinha e proprietário de navio, Jens Amundsen. Sua mãe, Gustava Sahlquist, tentou mantê-lo longe do mar e queria que o filho seguisse a carreira de médico. Quando do retorno triunfal do Fridtjof Nansen que atravessou no ano de1889 a Groenlândia em esquis, Amundsen, então com 18 anos, decidiu tornar-se um explorador polar. Em 1890, entretanto, ele começou a estudar medicina atendendo o desejo materno.
Após a morte da mãe em 1893, perdeu os exames escolares e abandonou a Universidade. Com a idade de 21 anos embarcou em um navio caça focas, continuando a sua aprendizagem como marinheiro. Viajou aos Estados Unidos em busca de patrocínio para os seus projetos. O milionário e explorador norte-americano Lincoln Ellsworth tornou-se um de seus principais financiadores. O passo seguinte foi adquirir conhecimento em navegação, retornou a Oslo, cursando a Christiania Sjømandsskole (Escola Náutica) aonde obteve a sua licença náutica em 1 de maio de 1895. A partir dai foram só conquistas até que veio o acidente fatal.
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| A Escuna com a qual conquistou o Pólo Sul |
Roald Amundsen morreu em 18 de junho de 1928 em um acidente com o seu hidroavião Latham 47, no Oceano Ártico. O voo tinha o objetivo de procurar pelo explorador e aviador italiano Umberto Nobile, cujo dirigível Italia retornava do Polo Norte e caiu a nordeste do arquipélago Svalbard. Cinco países enviaram navios e aviões para os trabalhos de resgate dos sobreviventes do dirigível, que aguardavam socorro em uma massa de gelo flutuante. Os tripulantes sobreviventes foram resgatados pelo navio quebra-gelo russo Krassin em 12 de julho, dezenove dias após a retirada de Umberto Nobile do local por um avião da Suécia. A busca por Amundsen e pelos seis companheiros desaparecidos no hidroavião continuou por todo o verão de 1928, e dela participou Louise Boyd exploradora e aviadora norte-americana. O hidroavião de Amundsen nunca foi encontrado. O corpo de Roald Amundsen permanece no Ártico. A Marinha Real da Noruega organizou expedições nos anos de 2004 e 2009 com o objetivo de localizar os restos do hidroavião, sem sucesso. Apesar do esforço em tentar encontrar os destroços do avião tem gente que defende a tese de não mexer nesse passado, até porque em uma entrevista no ano de sua morte Amundsen teria dito: "Se apenas você soubesse como é esplêndido por lá... É onde quero morrer...".
Fontes: Viagem, Arquivos Reporter, Wikipédia
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"Hills Empty": o festival hippie dos russos!
Desde 2003 acontece na Rússia, sempre em junho, final da primavera no Hemisfério Norte, o "Hills Empty", que numa tradução subjetiva seria mais ou menos "Esvaziar na Colina", tipo: abrir a mente, viver tudo o que vier à cabeça. Enfim: se desligar totalmente da civilização, e é exatamente isso que eles fazem...viram hippies por 3 ou 4 dias. Este festival, antes de tudo, é a LIBERDADE que está cada vez mais carente para os residentes urbanos. No "Hills Empty" se o cidadão quiser se vestir com roupas estranhas e passear descalço pelos caminhos? - por favor, fique à vontade. Quer se despir e nadar no rio? - sem problemas. Embriagar-se e chafurdar na grama? - não há nada mais fácil. Se considera um músico, mas não tem fama o suficiente para subir num palco? - encontrou o seu lugar. Tá afim de dar um "tapinha"? - problema é de cada um.
Intitulado Festival Anual de Arte Livre, ele se reveza entre as colinas das regiões de Kaluga ou Smolensk, que fazem parte do Distrito Federal Central da Rússia e são vizinhos a região de Moscou. Neste ano ele aconteceu em Kaluga no último final de semana. Foram 3 dias de festival e um show para os fotógrafos. Jovens, idosos, crianças, um povo multifacetado integrado por artistas de rua, atores de teatro, malabares, músicos, pintores, poetas, artesãos, escultores, estudantes, empresários, profissionais liberais, operários, donas de casa e todos mais que acabaram aparecendo. O festival terminou e as pessoas voltaram para suas cidades e o cotidiano da vida normal, escritórios, computadores e engarrafamentos. Mas a impressão permanece na memória e os rostos felizes nas fotos que foram registradas, aos milhares, sendo que nós escolhemos uma bela seleção para este post. E antes que alguém questione porque tanto destaque a este festival desconhecido LÁ DA RÚSSIA, eu lhes digo: se todos os homens e mulheres deste Planeta parassem por um final de semana para viver o que eles viveram com muito amor e liberdade, acordaríamos na segunda-feira mais racionais e humanos do que temos sido. Isso sem contar que durante 3 dias o Mundo viveria em PAZ. Ahh.. como seria bom!
Curtam o festival de fotos!
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