Descubra os recursos ocultos e interior intricado deste gabinete, conhecido na modernidade como escrivaninha. Essa foi uma das melhores conquistas da fabricação de móveis Europeia a 200 anos atrás. Este gabinete foi produzido pelos marceneiros Abraham (1711 - 1793) e David Roentgen (1743 - 1807). Um armário de escrever coroado com um relógio de carrilhão, possuindo painéis de marchetaria finamente projetados e mecanismos elaborados que permitem que portas e gavetas sejam abertos automaticamente com o toque de um botão. Possuído pelo rei Frederico Guilherme II, o gabinete de Berlim é singularmente notável pela sua decoração ornamentada, a complexidade mecânica e tamanho. Este gabinete pertence hoje ao Museu Staatliche, de Berlin, e está em exibição no The Metropolitan Museum of Art numa exposição de invenções extravagantes.
Mostrando postagens com marcador Alemanha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alemanha. Mostrar todas as postagens
sábado, agosto 17, 2013
segunda-feira, abril 01, 2013
Os lindos "Ovos de Páscoa" da cultura Lusatian
A páscoa se foi, mas o assunto é super interessante. No Leste da Alemanha algumas comunidades ainda mantém hábitos influenciados pela cultura Lusatian, que predominou em parte da Europa do século 12 ao 4 antes de Cristo. Surgida na Idade do Bronze e do Ferro ela se estabeleceu pelos trabalhos artesanais e decorativos que foram resgatados pelos pesquisadores e existem até hoje em exposições de museus. Apesar de seu pequeno número, este grupo de pessoas foi capaz de manter a língua, as tradições e a cultura de seus antepassados. Parte integrante desta cultura, estabelecida a partir do surgimento do cristianismo, é a pintura decorativa de ovos de Páscoa. Os Lusatianos ainda acreditam que os intrincados padrões sobre os ovos podem assustar forças do mal. Veja a série de fotografias e as lindas pinturas desses ovos.
Marcadores:
Alemanha,
cultura,
fotografias,
pintura
quarta-feira, outubro 17, 2012
Que tal um elevador panorâmico dentro de um aquário?
O AquaDom foi construído em um dos complexos multi-uso de Berlim, capital da Alemanha. O complexo inclui escritórios, restaurantes e um hotel. Além do seu tamanho impressionante de 25 metros na vertical, este aquário é um notável elevador panorâmico, que atravessa o seu centro através de um cilindro transparente. Nessas próximas 15 fotos podemos ter uma uma noção exata da ideia genial dos arquitetos que o projetaram.
Marcadores:
Alemanha,
arquitetura,
curiosidades,
fotografias
sexta-feira, agosto 17, 2012
Uma ponte, uma catedral e uma história
O fotógrafo russo Peter Ushanov nos dá este presente às margens do Rio Danúbio na cidade alemã de Regensburg. Dominando a cidade velha, em imagens feitas de dia e a noite, aparece a Catedral de São Pedro. Sua construção foi iniciada em 1275 e concluída em 1634, exceto pelas torres, que foram adicionados em 1869. Mesmo antes da construção da catedral, sobre o Danúbio foi imposta a Ponte de Pedra, entre os anos de 1135 a 1146. Esta ponte foi utilizada pelos integrantes das 2ª e 3ª Cruzadas.
Marcadores:
Alemanha,
cidades,
fotografias,
história
quinta-feira, julho 26, 2012
A vida privada na Alemanha durante o nazismo
Imagens de tudo — do conflito na Síria aos acontecimentos no interior da prisão de Abu Ghraib — têm sido franqueadas ao mundo nos últimos anos. A democratização dos meios de produção de filmes e fotos é um fenômeno bem recente. Ainda assim, filmava-se mais do que se imagina antes dele, pode acreditar. Essa é a grande surpresa que provoca "O Terceiro Reich: A ascensão e queda". O documentário do History Channel (existe em DVD) apresentará novidades até para aquele espectador que já viu muito de Segunda Guerra. São dois episódios sobre a Alemanha do período nazista construídos quase que exclusivamente com produção de amadores datada de 1934 até 1945.
O material é farto e eventualmente colorido. Com exceção de algumas cenas rodadas por Leni Rifenstahl no 6º Congresso do Partido Nazista, em Nuremberg em 1934, e de um ou outro trecho de propaganda do regime, tudo é obra de anônimos. São casamentos, férias, encontros de família, crianças comendo, rindo, brincando de balanço, fartura, enfim, o mais comezinho na vida privada. Ao iluminar o cotidiano banal dos alemães, os filmes expõem seu alheamento aos horrores da época — e sem mostrar os horrores. Não há praticamente registros em campos de concentração, com exceção de sequências feitas por um soldado americano na libertação do campo de Dachau. “A ascensão e queda” não segue qualquer personagem em particular, até porque usa filmes curtos, avulsos, sem fôlego para isso. Mas trata-se de uma colagem imperdível para quem gosta de História.
Texto de Patricia Kogult (O Globo)
Assinar:
Postagens (Atom)



