Todos que navegam na Internet já ouviram falar de Photoshop. Vários já entraram nele ou, em algum outro programa editor de imagens. Poucos sabem operá-lo e raros são os que tem habilidade e maestria na condução do mesmo. Porém, os que tem essa habilidade e maestria podem fazer coisas extraordinárias com um programa desses. Coisas muitos boas, mas também coisas ruins. Nem me refiro as transformações radicais que podem ser feitas, como quando se pega a imagem de uma mulher de 90 quilos, por exemplo, e a transforma numa gata escultural de 1,75cm e 60 kg. Ou quando se pega a foto de um homem de 80 anos e faz ele ficar com 45. Essas são montagens facilmente perceptíveis àqueles que conhecem as pessoas das fotos. Essas não enganam ninguém e são usadas apenas para fazer uma brincadeirinha ou alimentar sites e blogs de curiosidades.
O que me preocupa - e é a isso que me refiro - é quando, de forma sutil, os mestres do Photoshop dão beleza ao que não é ou realçam a beleza do que já é belo e não precisaria ser retocado. Isso tanto engana quem compra uma revista para ver o seu artista preferido, como quem entra num destes sites de relacionamento para encontrar um parceiro ideal. Acabamos comprando gato por lebre sem contar que isso alimenta ainda mais a sensação de que na rede e nas revistas tudo é fantasioso, falso e cruel. Observem com atenção o vídeo que postei abaixo. Vejam o que se pode fazer com a imagem das pessoas. Pessoas bonitas até, que nem precisariam disso.
E por fim, quando termina a apresentação do vídeo o YouTube apresenta links para outros trabalhos idênticos. Pois entre ali e veja que são vários, dezenas, todos tratando do assunto. Perceba se você não vai ficar com a mesma sensação que fiquei, de frustração por imaginar que nem tudo o que está na Internet ou na mídia deve ser tão "belo" quanto parece. E se você concorda ou não, dê sua opinião. Deixe um comentário!
2 comentários:
Cara!
Tens toda a razão. Infelizmente tá dificil de definir o que é verdadeiro ou falso nesta encrenca toda.
É anônimo!
Este é o meu medo, o de que aqui há alguns anos ninguém acredite em mais nada do que se coloque aqui.
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