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sexta-feira, junho 25, 2010

Crônicas com Eliane Volpato

    Em busca do bom humor
      Não quero e nem posso dizer, que mensagens e papos na Internet não nos ajudam a ter uma vida melhor e até amparam a gente a sair da solidão... Porém, no mundo no qual vivemos, muitas vezes precisamos contar conosco mesmos. Até aí tudo normal, concorda?
       Nos maus bocados que a vida já me apresentou, ela me ajudou pra caramba, através de meus amigos internautas como igualmente, os da vida real.
       Hoje porém, voltei um pouco ao passado e fiz algo, que há tempos não fazia... Isso, porque estava me sentindo meio de “ovo virado”, tipo assim, querendo entrar numa “depre...”
      Mesmo com um monte de compromissos já assumidos anteriormente, mas como estou aposentada...não uso relógio e o calendário, passaram a ser o meu e não o Gregoriano, em certos momentos... Resolvo que não quero pensar sério.
      Assim larguei tudo de mão, mandei as favas à obrigação e saí até uma banca de revistas. Na verdade, ia comprar uns livretos de palavras cruzadas, quando se não quando, deparo-me com livrinhos de piadas do nosso tão genial e querido Ari Toledo...
     Difícil explicar a gostosa sensação de deitar numa rede ou na cama macia do nosso quarto e ler, as coisas tão engraçadas que ele é capaz de descrever... Tem coisa mais saborosa do que rir sozinha? Logicamente, que pode ser até mais interessante rir com mais gente. Mas esta minha tarde foi hilária. Não precisei de ninguém, apenas dele, o Ari, que se transformou no maior humorista, só para mim!
     Lembro-me de que quando meus filhos vinham do seu trabalho ou da Universidade, de cabeça cheia, costumava usar esta tática. Eles, como num passe de mágica, mudavam a sintonia na hora e riam até doer à barriga e os tais carrinhos, que a gente tem ao lado do rosto, para quem não conhece esta expressão, chegando a dizer:
 _ Mami, para, não agüentamos mais. Agora só falta fazer xixi nas calças...
    Dessa maneira, tenho dois objetivos ao escrever no dia de hoje: o primeiro, agradecer a Deus por colocar Ari Toledo neste plano e o segundo por me fazer rir de chorar, mas de alegria, coisa que eu já não fazia, como já disse anteriormente.
    Porém, mais importante que este fato que lhes contei, seria uma espécie de conselho entremeado nesta história. “Viver a Vida” é ter um pouco de cada coisa, no tempo certo. São tantas as pressões que chegam até nós, que esta soltura vale a pena.
     Para encerrar, então... divirta-se com esta:
   “Um casal de bastante idade, num dia frio e chuvoso, jogavam uma partidinha de canastra, regada pelo chazinho verde, adoçado com mel, na tentativa de prevenir a gripe.  Na época, as vacinas ainda não eram de graça!
  Joga daqui, joga dali, até que o velhinho empolgado, diz a esposa: _Bati direto...    Obaaaaaaaaaa!
    _ Vou pegar o morto!
   Para sua surpresa, a charmosa esposa, danada da vida por estar perdendo lhe faz a pergunta que a muito não quer calar: _ Vai fazer um xixizinho, meu velhinho? ”
    Então, vale a pena ou não, você brincar mais, de viver sorrindo? Já que um velho ditado popular diz que rir é o melhor remédio e conseqüentemente, se paga a menor, a conta da Farmácia.
(Eliane Volpato)
                             2010

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